Presentes cada vez mais na vida dos internautas brasileiros, os vídeos on-line oferecem novas oportunidades para empresas e anunciantes. Conheça alguns caminhos para tirar melhor proveito desta demanda
Com o incremento constante da tecnologia relacionada ao fluxo de dados pela internet, os limites relacionados à exibição de vídeos online são cada vez menores. Nos últimos dez anos, a evolução entre a conexão discada e sua baixa taxa de trasmissão – que permitia tão somente a exibição de textos e fotos (desde que não fossem “pesados”) – e a possibilidade de assistir vídeos on-line de média duração sem maiores percalços graças à existência da banda larga e de taxas de transmissão de dados cada vez mais rápidas, fez com que muitos internautas dessem preferência à assistir suas programações na web.
Segundo um estudo realizado pela Havas Digital, QualiBest e a Globosat, 85% dos internautas entrevistados apontam a atividade de navegar na internet como a terceira atividade diária mais realizada, com um tempo médio diário de acesso de 85 minutos. Dentro do ambiente virtual, as atividades mais realizadas são acessar e-mails (100%) e assistir a vídeos de conteúdo geral tais como YouTube e Google Video etc. Em relação aos últimos dez vídeos que assistiram, os internautas afirmam que quatro eram vídeos de uma duração mais longa, como por exemplo séries, filmes e programas de TV na internet.
A questão relevante da pesquisa refere-se também aos downloads. Os estudos que utilizam a internet como meio de coleta de dados fazem o entrevistado se sentir mais “à vontade” para responder assuntos polêmicos. Isso porque cerca de 38% admitiu, sem culpa, ter realizado cópias de vídeos ilegais nos últimos seis meses. Destacam-se os homens (47%), pessoas entre 16 e 17 anos (57%) e pessoas da classe A (49%), evidenciando que este não é, necessariamente, um problema de ordem econômica.
Outra descoberta interessante foi a questão do horário de acesso a estes vídeos. Excluindo-se os jovens de 16 a 17 anos, que tem um “pico” de visualização que perpassa toda a duração do dia, o horário de maior acesso é entre 20h e 1h. Quando questionados sobre as razões para assistir vídeos pela internet, 56% indicaram ser mais cômodo utilizar a internet, uma vez que a programação está disponível em qualquer hora do dia.
Em relação às propagandas presentes nos vídeos on-line, é possível destacar os seguintes dados:
- Rejeição baixa: somente 17% deixam de assistir um vídeo on-line para evitar propagandas. Entretanto, ver o mesmo anúncio quando se assiste vídeos sequenciais incomoda 65% dos respondentes;
- Somente 53% dos entrevistados se lembram de alguma marca, produto ou serviço apresentado e nenhuma delas se destacam de forma contundente; a mais citada foi Coca-Cola com 9%;
- 31% dizem ter visto propagandas relacionadas ao assunto tratado no vídeo, mas 62% acreditam que esta relação pode evidenciar uma maior fixação na lembrança de marcas, produtos e serviços.
Conheça alguns caminhos para tirar melhor proveito dessas oportunidades:
- Há forte demanda para vídeos de longa duração;
- Quanto maior a comodidade oferecida, melhor;
- A internet é o território de vídeos gratuitos para boa parte dos internautas e não há maiores pudores em copiar conteúdo;
- As propagandas relacionadas aos vídeos são bem-vindas, desde que não fiquem repetitivas e que tenha alguma relação com o programa assistido.
fonte: http://www.hsm.com.br/
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Novo momento da Pepsi no Brasil
A Pepsi está apostando no novo perfil do consumidor para sair da incômoda participação de 10% no mercado brasileiro para patamares maiores. A empresa enxergou no jovem de hoje, disposto a experimentar e a quebrar paradigmas, uma saída para mudar a tradição imposta por sua maior concorrente, a Coca-Cola. Acostumados a beber o refrigerante mais vendido do mundo, as gerações anteriores criaram uma barreira para o crescimento da Pepsi no Brasil. Agora, o cenário, acredita a companhia, é outro e muito propício para uma guinada.
Multitarefa, conectado e aberto a novas experiências, o jovem do século XXI é o principal foco da marca, que acaba de lançar uma nova plataforma de comunicação assumindo que pode ser uma boa escolha. A campanha desenvolvida a partir de uma pesquisa em bares e restaurantes pela AlmapBBDO mostra um garçom dizendo que só tem Pepsi e perguntando: "Pode ser?". A estratégia é utilizar um fato que já acontece no dia a dia para quebrar os velhos hábitos. “Estamos fazendo isso de uma forma verdadeira e corajosa”, afirma Andrea Alvares, vice-presidente de Marketing da PepsiCo.
A marca espera se alinhar à autenticidade do jovem ao se apropriar do que acontece na vida real, no ponto de venda. “A pergunta que todo mundo já ouviu de um garçom vira campanha da Pepsi”, escreveu Marcelo Serpa, Sócio-presidente e Diretor de Criação da AlmapBBDO, em seu Twitter. “Queremos reverter a situação. Pegamos uma ocasião de fraqueza para transformá-lo num momento bom”, aponta, desta vez ao vivo, durante apresentação da campanha. “É bom usar a realidade e a verdade a seu favor no mundo das marcas verdadeiras e transparentes”, completa.
Consumer Engagement
Com isso, a Pepsi quer mudar o hábito no momento da pedida e dobrar o percentual de consideração pela marca. Ela parte do princípio de que o refrigerante já é conhecido e sonha com a preferência do consumidor. A companhia busca agora atingir pessoas que querem arriscar, variar e somar novas histórias à vida. Este perfil foi identificado depois do trabalho do departamento de Consumer Engagement, criado no Brasil no começo deste ano, o segundo no mundo depois dos Estados Unidos.
A missão da área é captar as tendências e levar para dentro da empresa. Primeiro, um diagnóstico do mercado é preparado para que na sequência sejam elaboradas as estratégias e o plano de ação. Neste trabalho, ficou claro que a Pepsi precisava criar uma conexão com o consumidor de forma mais próxima. Era preciso também que os esforços de comunicação deixassem de ser esporádicos.
Para o que a empresa chama de um novo momento da marca no Brasil, estão programados ainda o aumento da produção e da distribuição, realizada em parceria com a Ambev, comunicação no ponto de venda, ações de engajamento em redes sociais, promoção da marca por meio de conteúdo em revistas e de relacionamento em festas para jovens. “Acreditamos que agora vai”, diz Andrea Alvares, vice-presidente de Marketing da PepsiCo.
fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/
Multitarefa, conectado e aberto a novas experiências, o jovem do século XXI é o principal foco da marca, que acaba de lançar uma nova plataforma de comunicação assumindo que pode ser uma boa escolha. A campanha desenvolvida a partir de uma pesquisa em bares e restaurantes pela AlmapBBDO mostra um garçom dizendo que só tem Pepsi e perguntando: "Pode ser?". A estratégia é utilizar um fato que já acontece no dia a dia para quebrar os velhos hábitos. “Estamos fazendo isso de uma forma verdadeira e corajosa”, afirma Andrea Alvares, vice-presidente de Marketing da PepsiCo.
A marca espera se alinhar à autenticidade do jovem ao se apropriar do que acontece na vida real, no ponto de venda. “A pergunta que todo mundo já ouviu de um garçom vira campanha da Pepsi”, escreveu Marcelo Serpa, Sócio-presidente e Diretor de Criação da AlmapBBDO, em seu Twitter. “Queremos reverter a situação. Pegamos uma ocasião de fraqueza para transformá-lo num momento bom”, aponta, desta vez ao vivo, durante apresentação da campanha. “É bom usar a realidade e a verdade a seu favor no mundo das marcas verdadeiras e transparentes”, completa.
Consumer Engagement
Com isso, a Pepsi quer mudar o hábito no momento da pedida e dobrar o percentual de consideração pela marca. Ela parte do princípio de que o refrigerante já é conhecido e sonha com a preferência do consumidor. A companhia busca agora atingir pessoas que querem arriscar, variar e somar novas histórias à vida. Este perfil foi identificado depois do trabalho do departamento de Consumer Engagement, criado no Brasil no começo deste ano, o segundo no mundo depois dos Estados Unidos.
A missão da área é captar as tendências e levar para dentro da empresa. Primeiro, um diagnóstico do mercado é preparado para que na sequência sejam elaboradas as estratégias e o plano de ação. Neste trabalho, ficou claro que a Pepsi precisava criar uma conexão com o consumidor de forma mais próxima. Era preciso também que os esforços de comunicação deixassem de ser esporádicos.
Para o que a empresa chama de um novo momento da marca no Brasil, estão programados ainda o aumento da produção e da distribuição, realizada em parceria com a Ambev, comunicação no ponto de venda, ações de engajamento em redes sociais, promoção da marca por meio de conteúdo em revistas e de relacionamento em festas para jovens. “Acreditamos que agora vai”, diz Andrea Alvares, vice-presidente de Marketing da PepsiCo.
fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Maioria dos jovens usa funções básicas do celular
Estudo da TNS mostra a relação dos brasileiros entre 12 e 19 anos com o aparelho
Oito em cada dez jovens no Brasil possuem um celular e a maior parte deles faz uso das funções básicas: falar ou enviar mensagem de texto. Este é o resultado da pesquisa anual da TNS Research International, TRU Brasil 2010, feita com 1,5 mil jovens entre 12 e 19 anos, das classes A, B, C e D, em nove metrópolis brasileiras.
Das regiões com maior incidência do aparelho celular, o centro-oeste possui o maior índice, com 91%. O principal motivo para que os celulares não sejam usados para acessar internet, por exemplo, é que a maioria dos planos feitos pelos jovens é o pré-pago, o que inibe o acesso a internet.
De acordo com a pesquisa, o celular só é utilizado como meio de informação para 4% dos jovens brasileiros, enquanto 60% dos entrevistados preferem os sites de relacionamento e redes sociais para estes fins. Porém, o aparelho celular ainda é o preferido entre os itens tecnológicos para 55% dos jovens, seguido pela câmera digital (26%), computador (25%) e videogame.
fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/
Oito em cada dez jovens no Brasil possuem um celular e a maior parte deles faz uso das funções básicas: falar ou enviar mensagem de texto. Este é o resultado da pesquisa anual da TNS Research International, TRU Brasil 2010, feita com 1,5 mil jovens entre 12 e 19 anos, das classes A, B, C e D, em nove metrópolis brasileiras.
Das regiões com maior incidência do aparelho celular, o centro-oeste possui o maior índice, com 91%. O principal motivo para que os celulares não sejam usados para acessar internet, por exemplo, é que a maioria dos planos feitos pelos jovens é o pré-pago, o que inibe o acesso a internet.
De acordo com a pesquisa, o celular só é utilizado como meio de informação para 4% dos jovens brasileiros, enquanto 60% dos entrevistados preferem os sites de relacionamento e redes sociais para estes fins. Porém, o aparelho celular ainda é o preferido entre os itens tecnológicos para 55% dos jovens, seguido pela câmera digital (26%), computador (25%) e videogame.
fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/
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