terça-feira, 2 de novembro de 2010

Nova Schin no GP Brasil

A marca está promovendo um concurso cultural para levar consumidores para assistirem a prova no autódromo de Interlagos
Marca também terá um camarote para convidados

São Paulo - A Nova Schin é a cerveja oficial do GP Brasil de Fórmula 1. Para a edição 2010, que acontece entre os dias 5 e 7 de novembro, a marca promove um concurso cultural que levará nove consumidores para assistirem a prova no autódromo de Interlagos.

Para participar, o internauta deve acessar o hotsite www.novaschinf1.com.br e dar o seu palpite sobre o tempo que cada um dos quatro personagens disponíveis na página levou para completar uma volta completa do percurso. Quem chegar mais próximo do tempo correto ganha um par de convites para assistir a Fórmula 1 conforme critérios descritos no site.

A marca terá ainda um camarote para convidados. A decoração do espaço traz a logomarca da Nova Schin, além da utilização da cor laranja nas ativações.

O pacote publicitário fechado para o evento contempla inserções na Rede Globo, entre vinhetas de patrocínio eplacas de merchandising no autódromo de Interlagos.

fonte: Portal Exame

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

CRM - Customer Relationship Management

Embora possa haver algumas distinções (e elas existem, dependendo do autor e das intenções de garantir mercado no universo crescente do atendimento ao cliente), CRM (Customer Relationship Management) compreende o esforço de empresas e organizações em geral para manter um relacionamento personalizado com os clientes (usuários, associados etc), visando promover a sua fidelização, incrementando as vendas, agregando valor a marcas ou buscando a sua adesão a determinadas idéias.
CRM, para muitos especialistas, como, por exemplo Don Peppers e Martha Rogers, criadores do chamado Marketing um a um, é sinônimo também de Marketing de Relacionamento ou mesmo de Marketing em tempo Real.

O CRM se apóia em tecnologias adequadas, capazes de identificar as demandas, expectativas e interesses dos clientes e, desta forma, poder atendê-las satisfatoriamente. Empresas de cartão de crédito, supermercados (o nosso Pão de Açúcar), as empresas aéreas (viva a TAM!) já empregam este processo de relacionamento para interagir com os seus clientes, com certeza alavancando os seus negócios.

A idéia é que o cidadão (e o consumidor, por extensão) precisa ser tratado individualmente e que o conhecimento profundo de seus hábitos e desejos resulta em beneficio para ele e para a empresa que se dispõe a fazer esta abordagem, pela oferta de produtos adequados, pelo respeito às suas convicções e formas de conduta e assim por diante.

Como todo modismo, o CRM sofre de simplificações apressadas, de uso inadequado das tecnologias e da invasão de privacidade, realizada por empresas não sérias que, na verdade, não querem promover relacionamentos, mas agarrar o consumidor pelo pescoço, enfiando-lhe produtos e serviços goela abaixo.

Sugerimos que consulte os artigos sobre o tema, incluídos no menu artigos, um maior contato com as empresas especializados na área e talvez seja útil visitar o site da Peppers and Rogers Group Brasil e tornar-se assinante da sua importante newsletter, sempre atualizada e com informações relevantes. No site da Peppers and Rogers e de outras empresas da área, bem como nas livrarias, há um número importante de títulos sobre o tema, mas consulte também as nossas principais revistas de negócios (Exame Negócios, sobretudo) e da área, como Meio Digital, B2B, The Industry Standard, Meio & Mensagem, porque este tema é pauta obrigatória. Se quiser andar mais rápido, digite este termo (CRM) nos sistemas de busca (veja o nosso Guia de Comunicação Empresarial na Web, incluído neste site) e encontrará milhares de links úteis.

fonte: http://www.comunicacaoempresarial.com.br/

Endomarketing: muito mais do que incentivo

Palestras motivacionais, café da manhã com o presidente da empresa, eventos e ações de incentivo. Para muitas empresas, estas atividades fazem parte das estratégias de Endomarketing
Palestras motivacionais, café da manhã com o presidente da empresa, eventos e ações de incentivo. Para muitas empresas, estas atividades fazem parte das estratégias de Endomarketing. O que estas companhias não sabem é que o Endomarketing não se resume a ações isoladas, de emergência, motivacionais e para ser usada apenas em momentos de dificuldades.

De acordo com especialistas no assunto, o Endomarketing não é motivação. Para Cláudio Tomanini, professor da FGV, a empresa pode - e deve - estimular os funcionários e aqueles que acreditarem no programa estarão realmente motivados. Mas não é o bastante.

Empresas como Google, Microsoft, Apple e Toyota, são conhecidas por possuir o Endomarketing em seu DNA. Estas companhias estimulam seus funcionários através de ações focadas no bem-estar deles o que, conseqüentemente, melhora a produção e a capacidade intelectual das equipes. Para as empresas, o perigo das ações motivacionais é a autonomia dada a um funcionário incompetente. Quanto mais motivado ele estiver, mas besteiras ele será capaz de fazer, aponta Cláudio Tomanini, da FGV.

Motivação como estratégia

O planejamento, portanto, é um dos princípios do Endomarketing. Não basta desenvolver ações para remediar um problema interno ou para aumentar a vendas temporariamente. “Isto é perda de tempo”, afirma Cláudio Tomanini, professor da FGV e palestrante da área de negócios e vendas. Identificar os pontos fortes e fracos dos funcionários é um começo para as empresas que buscam implantar este sistema.

Para identificar virtudes e dificuldades entre os colaboradores ou serviços de uma empresa, basta usar ferramentas específicas que apontam o problema através de metas e resultados. “Precisamos desmistificar o conceito de que o Endomarketing é um evento de integração ou uma ginástica laboral”, diz Tomanini.

Na Fiat, o Endomarketing faz parte da vida não só do funcionário, como de sua família também. A montadora oferece festas de debutantes para as filhas de seus colaboradores e festas de bodas para aniversários de casamento. Além disso, a empresa oferece test-drive aos funcionários. Afinal, o colaborador é o primeiro cliente da montadora. “É responsabilidade das empresas responder às necessidades e estar preocupada com qualidade de vida dos seus colaboradores”, conta Tomanini.

Tecnologias ajudam

Um aliado importante do Endomarketing é a tecnologia. É inegável que as ferramentas que ela oferece ajudam a permear melhor a comunicação de uma companhia e, logo, a comunicação interna. Apesar do tradicional mural informativo ser válido, a intranet é a evolução desta comunicação.

A tecnologia facilita e dá mais liberdade ao processo de comunicação e é disso que as empresas precisam, da conversa mais rápida entre as equipes e seus gestores. Para que a tecnologia facilite o processo de comunicação, é necessário que antes dela chegar seja planejado o que será feito com ela. “Não adianta fazer um café da manhã em apenas um dia. Planeje e saiba o que você quer. A ferramenta vem depois”, aponta Tomanini em entrevista ao site.

Comunicação integrada e treinamento

A grande responsável pela integração dos setores da Fiat com a comunicação da marca é a Intranet. De acordo com Marco Antonio Lage, diretor de comunicação corporativa da Fiat Automóveis, 95% dos funcionários estão conectados nesta plataforma, incluindo os oito escritórios da companhia no país. Esta ferramenta agrega as funções de lista telefônica, promoções, vagas internas, além do link “Fale com o Presidente”, onde qualquer funcionário pode se comunicar com o chefe.

A comunicação da Fiat é baseada na comunicação integrada e na fusão de ações de responsabilidade social com os funcionários. O conceito e as ações de comunicação da companhia são discutidos por um comitê formado pela união de diversas áreas da empresa.

O treinamento do funcionário também é essencial para uma boa estratégia de Endomarketing. Este ano, a Contém 1g, marca de maquiagem feminina, preparou uma ação para melhorar a comunicação com o consumidor final. A empresa investiu na capacitação das vendedoras e dos franqueados de todo o Brasil, com maquiadoras profissionais que dão treinamento a estes profissionais para melhorar o conhecimento deles sobre os produtos da marca. Em 2007, o projeto capacitou mais de cem vendedoras e quatro franqueados. Para este ano a empresa espera atingir cerca de setecentas pessoas.

Parceiros e terceirizados integram o Endomarekting

Não são apenas funcionários que podem ser integrados ao Endomarketing. Esta estratégia pode ser integrada com as ações de junto ao trade de cada mercado. A Golden Cross, por exemplo, desenvolveu uma ação para os parceiros comerciais e prestadores de serviço. A empresa lançará o Golden Care, um plano de saúde empresarial que terá um programa PhD de relacionamento com os médicos que fizerem atendimento aos pacientes deste plano.

Médicos e corretores precisaram saber os detalhes do plano para passar com clareza aos clientes. Por isso, a Golden Cross desenvolveu ações para integrar os terceirizados e parceiros da empresa, com shows de artistas famosos. “É necessária a ação de Endomarketing porque o produto tem muitas informações que devem ser passadas de forma clara aos parceiros da empresa”, explica Marcio Victer, gerente de comunicação e marketing da Golden Cross.

O programa PhD será permanente na Golden Cross e deve ganhar novos atributos ao longo dos anos. A Golden Cross pretende atingir um crescimento de 30% nas vendas só em São Paulo, e para isso a empresa investiu aproximadamente R$ 1 milhão neste programa.

DNA compatível como em uma família

Projetos como o da Fiat e da Golden Cross mostram que a motivação depende das características dos funcionários e não do Endomarketing. “Tem empresas que acham que uma estratégia de motivação é Endomarketing, mas não é. O Endomarketing é uma ferramenta que precisa de estudo antes de ser aplicada e de tempo para ser assimilada pelos funcionários”, aponta.

Segundo Tomanini, na Disney os funcionários assinam contrato que atesta que o sorriso deles é natural. “A motivação depende se o DNA do funcionário está compatível com o da empresa. Os valores e princípios devem ser parecidos”, diz.

Adepto a analogias, Tomanini compara um projeto de Endomarketing com filhos. Segundo ele, ser totalmente flexível transmite uma falsa liberdade que pode ser perigosa. É preciso impor regras e atribuir valores para os filhos assim como para os funcionários. “Tirar dez na escola é obrigação, por isso não se pode presentear. A mesma coisa vale também para os colaboradores”, completa.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/